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Château de Villars Fontaine Gamay du Futur 1999

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      Tipo: Tinto
      Casta: Gamay
      Safra: 1999
      Appellation: AOC Bourgogne Grand Ordinaire
      Região: Borgonha
      País: França
      Teor alcoólico: 12,5%
      Volume: 750 ml
      Processo de produção: A colheita é manual, fermentação e maceração acontecem em tanque inoxidável durante 03 semanas (entre 25 e 30 °C graus). O vinho envelhece 30 meses em barricas de carvalho francês. O vinho pode ser mantido em cave por mais 15 anos.
      Notas de degustação: Um Gamay de raça, de cor telha com lindos reflexos rubi, aromas que nos remetem a frutas negras em compota, couro e caça. Os taninos são macios e muito elegantes.
      Harmonização: Casamento perfeito com carnes vermelhas, ensopados a base de especiarias, pimentas e queijos maduros. Temperatura de serviço: 18 a 20°
      O Château de Villars Fontaine está localizado a 4 km de Nuits St. Georges, sendo administrado por Bernard Hudelot (terceira geração de viticultores). O Château de Villars Fontaine tem 23 hectares de vinhas, com uma produção voltada para a produção de vinhos tintos (cerca de 60%) e o restante para vinhos brancos.
      Bernard Hudelot é quem administra o vinhedo marcado por muita história e variações constantes de climas. Na idade média, no período quente (1030-1350), o centro de atividades na área foi em torno da colina de Vergy (3 km da fonte de Villars), local em que comportava uma poderosa fortaleza, que na época era propriedade dos senhores de Vergy. Dentro de seus muros, este forte abrigava a Congregação dos cânones da faculdade de St - Denis, como também o vinhedo.
      Mais tarde os monges se mudaram para Nuits-St-Georges, onde o clima era mais favorável. Tempos depois, os edifícios das explorações dos cânones foram vendidos a Antoine de Latour. Ele os transformou em castelo estilo XVII °. E, somente em 1864, Pierre Mongeard, enólogo e bisavô materno de Bernard Hudelot, comprou o castelo. No final do século XIX, infelizmente deve que ser vendido por causa da phyloxera e, somente mais tarde adquirido novamente por Bernard Hudelot.